Quem sobrevive não é o mais forte ou o mais inteligente e sim quem melhor se adapta as mudanças.
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sábado, 17 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
História em Quadrinhos
Cartilha Dicas de Navegação Segura
terça-feira, 12 de abril de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
BIG BROTHER BRASIL
(Autor: Luiz Fernando Veríssimo)
Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE...
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.
Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?
São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros: profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..
Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.
Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.
E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ler a Bíblia, orar, meditar, passear com os filhos, ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir.
Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.
Um abismo chama outro abismo.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Natal
NATAL DIGITAL - E se o nascimento de Jesus fosse em 2010?
Feliz Natal e Próspero Ano Novo a todos os funcionários e alunos da E. M. Profª Rosa Mª Berezoski Demarchi
Natal by ~mediatom on deviantART
Merry Christmas 07 by *FStitz on deviantART
Também é tempo de preparar,
um espaço para acolher
as sublimes lições da Sagrada Família de Nazaré
e aceitar as inevitáveis surpresas da vida.
Natal é tempo...
de olhar para o céu,
encantarmo-nos com a luz das estrelas
e seguir a estrela-guia.
É tempo abençoado de dar mais atenção
à criança que mora em cada um de nós
e às que encontramos em nosso peregrinar,
à procura do caminho que nos leva ao Deus-Menino.
Natal é tempo...
de mais uma vez ouvir, acolher
É tempo de acalentar sonhos de harmonia e paz e,
olhando para os “anjos aqui na Terra”,
dar a nossa contribuição,
para tornar este nosso espaço
um pouco mais parecido com o Céu.
Natal é tempo...
de contemplar o Menino Jesus e Sua Mãe
e envolvermo-nos em silêncio orante.
É tempo de agradecer as manifestações de Deus
e deixarmo-nos extasiar por esse Divino Amor que,
na fragilidade de uma Criança, nos braços de Maria,
veio iluminar nossa fé.
Natal é tempo...
de olhar para o mundo, alimentar a chama do amor
e apreciar o milagre da vida.
É tempo de seguir com atenção
e humildade os passos dos pastores
e os daqueles que têm coração simples e,
em gestos de ternura,
sintonizar mentes e aconchegar corações.
Natal é tempo...
de pensar no irmão próximo e distante
e de colaborar para o renascer do amor.
É tempo de, amorosamente, recompor a vida,
perdoar e abraçar, com a ternura
e a misericórdia do Coração de Deus,
os registros de nossa infância e dos anos que já vivemos.
Na jubilosa esperança do Natal de Jesus Cristo,
estejamos atentos para perceber
e realizar o bem que estiver ao nosso alcance
e sermos um compreensível eco da mensagem de paz
daquela noite em que, gerado por obra do Espírito Santo,
de Maria nasceu o Salvador."
Fala Galera deseja a todos um Natal com muita saúde e um 2011 repleto de muitas realizações.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Atividades de Geografia
- Computador (sala de informática pedagógica)
- Data show
- Caixa de som
- Dvd
- Maquina digital
Foi marcado um cronograma para apresentação dos trabalhos e a professora fez a avaliação dentro dos seguintes critérios:
Apresentação de Geografia
Profª Alcione Jung Toledo
Grupo: ____________________________________________________________________
Série: __________________
Atendeu aos critérios estabelecidos
a ( ) Organização do trabalho
b ( ) Estética
c ( ) Harmonia do grupo
d ( ) Apresentação
e ( ) Usou boné ( ) sim ( ) não
f ( ) Participação
g( ) Elaborou pergunta – uma pergunta feita pelo grupo
h( ) Postura dos alunos
i ( ) Realizou a tarefa estabelecida pelo professor (a)
j ( ) Conteúdo, imagens etc, estava dentro do tema estabelecido pelo professor (a)
Nesta apresentação houve perda de pontuação referente aos demais grupos.
Grupo que perdeu pontuação: ____________________________________________________
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
No dia dos 70 anos de Pelé, ex-atacante lembra do América x Santos de 1957

Foto:Salmo Duarte
Octacílio da Luz conta histórias de quem jogou com o Rei em Joinville
No dia dos 70 anos de Pelé, ex-atacante lembra do América x Santos de 1957
Octacílio da Luz conta histórias de quem jogou com o Rei em Joinville
Lucas Balduíno | lucas.balduino@an.com.br
Diário Catarinense
Pelé fez 70 anos neste sábado. Em Joinville, Pelé e o Santos passaram quando sua majestade engatinhava no futebol, com 16 anos. Foi em 1957, para um amistoso com o América, um dos principais times do Estado. Uma passagem marcante na vida do atacante Octacílio da Luz, da equipe joinvilense, um dos poucos que ainda vive para contar a história.
No dia 17 de fevereiro de 1957, o América recebeu o Santos. Do lado joinvilense, a promessa de gols estava nos pés de Euclides, o craque do time, e de Octacílio. Do outro, a força ofensiva da equipe paulista era formada por Jair Rosa Pinto, Alfredinho, Durval e um garoto de 16 anos, ainda desconhecido, chamado de Pelé.
— Quando o Santos veio para cá, o grande nome deles era o Jair Rosa Pinto. O Pelé era reserva do Alfredinho, mas depois daquele jogo, ele não saiu mais do time —, lembra Octacílio, hoje com 73 anos.
Em Joinville, Pelé passou sem deixar a bola na rede. Mas aquele foi apenas o quinto jogo do Rei com a camisa do Santos. Até o final daquele ano, Pelé jogou mais 70 partidas pelo time da Vila e marcou 68 gols.
Hoje, Octacílio vive em São Francisco do Sul (onde nasceu), com a mulher Maria França, um dos filhos, a nora e um neto. Faz pouco mais de um ano que trocou Joinville por São Francisco.
— A Joinville de hoje não é mais como a de antigamente. Chega uma idade em que precisamos de sossego.
A Joinville de antigamente que o ex-atacante do América recorda era aquela em que as noites de jogos do América eram precedidas por uma tarde de sinuca no bar com os colegas. Foi em uma dessas tardes que Octacílio cruzou pela primeira vez com Pelé.
— Estávamos jogando sinuca no Centro em uma casa de jogos. Então, entrou a delegação do Santos e foi conversar com a gente. O Pelé era o mais calado de todos. Uma hora, o Jair (Rosa Pinto) falou: 'Tá vendo aquele negão ali? Não sabe nem falar, mas vocês vão ver o que ele vai fazer em campo' —, lembra Octacílio.
Naquele dia do amistoso, Pelé não conseguiu furar a meta defendida pelo goleiro Bosse. Mesmo assim, ficou marcado na memória de Octacílio como um garoto abusado, que driblava de longe e tinha uma habilidade impressionante.
— Quem jogou contra ele lembra da facilidade que tinha para driblar. A gente tentava parar, mas parece que tinha sabão nele.
A partida terminou com vitória do Santos por 5 a 0. Reza a lenda, que, ao final do jogo, a diretoria do Santos teria se interessado pelo Euclides dos Reis e oferecido Pelé como moeda de troca, mas a diretoria americana não aceitou o negócio.
— Não é lenda, isso aconteceu mesmo —, jura Octacílio.